Leitura
A Capela de Santo Antônio entra no acervo como o primeiro marco religioso citado nas narrativas de formação do povoado. A tradição a relaciona a Antônio Machado e ao núcleo inicial próximo à confluência das atuais ruas Aristides Lobo e General Carneiro, antes da consolidação da capela de São João Batista. A importância da capela não está apenas no edifício, provavelmente rústico e anterior às construções religiosas posteriores. Ela representa o momento em que devoção, vizinhança, circulação de notícias, sepultamento e encontro comunitário começaram a organizar um espaço reconhecível.
Nas cidades do período, capela e povoado costumavam crescer juntos. A leitura separa a Capela de Santo Antônio da Capela de São João Batista e da Matriz posterior. A primeira aparece ligada à tradição de Antônio Machado; a segunda, construída por João José Vieira Ramalho, consolida outra etapa do nome e da organização religiosa. Ainda faltam fontes primárias paroquiais, mapas, documentação de terreno e estudos específicos sobre localização exata, material construtivo e uso.
A leitura preservar essas lacunas e servir como entrada para a pesquisa sobre religião, fundação e forma urbana inicial. As fontes vinculadas dão base inicial ao registro. Datas, nomes completos, imagens autorizadas e relações com outras entradas aparecem apenas quando há documentação nominal.